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Mês da Mulher tem atividades temáticas nos Centros da Juventude

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Grupos de dança dos CJs vão receber convidadas com oficinas especiais na Cruzeiro e no Rubem Berta
Grupos de dança dos CJs vão receber convidadas com oficinas especiais na Cruzeiro e no Rubem Berta - Foto: Divulgação POD

Os Centros da Juventude do Programa de Oportunidades e Direitos estão oferecendo uma série de atividades temáticas e alusivas ao Mês da Mulher. A programação inclui cursos e oficinas voltados para conscientização e valorização das mulheres e o combate ao preconceito. Muitas ações são abertas ao público dos territórios.

No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, o Centro da Juventude Rubem Berta promove o Dia D’Elas, com uma programação bem divertida e aberta às mulheres da comunidade. Os educadores e jovens receberão as convidadas a partir das 14 horas com a oficina Vem dançar!. Depois tem bate-papo sobre o tema, lanche com as delícias da turma da Gastronomia, roda de conversa com a Patrulha Maria da Penha, da Brigada Militar, e representantes do Clube de Mães e oficina de Maquiagem para encerrar a tarde.

No Centro da Juventude Lomba do Pinheiro, também nesta sexta-feira, 8, os jovens participam de um círculo de reflexões sobre gênero com a equipe de Justiça Restaurativa. Ainda sem data marcada, neste mês também será realizado o círculo sobre masculinidades, uma reflexão sobre o que são considerados comportamentos, sentimentos e ações de homem. O que isso tem a ver com o Mês da Mulher? Tudo! O objetivo é provocar uma despadronização dos padrões nocivos à saúde do homem e, por consequência, da mulher.

Oficina de turbantes é uma das atividades alusivas ao Mês da Mulher na Lomba do Pinheiro
Oficina de turbantes é uma das atividades alusivas ao Mês da Mulher na Lomba do Pinheiro - Foto: Divulgação POD
No território, as ações iniciaram ainda em fevereiro, durante os percursos de verão. A roda de conversa Feminismo e movimentos sociais das mulheres reuniu meninas e meninos para um bate-papo sobre aspectos históricos e o contexto atual sobre o tema. Outra atividade que apresentou noções básicas sobre feminismos, mulherismo e negralismo foi As faces do feminismo. A oficina Meu turbante, minha coroa: que parada é essa? abordou com as jovens as questões relacionadas ao empoderamento por meio da estética negra e história da diáspora africana. 

A galera do CJ Cruzeiro vai promover o evento Mulher POD no dia 15 de março. Mães, avós, tias, madrinhas, namoradas e convidadas dos jovens poderão conferir apresentações e também participar de oficinas. Vai ter teatro, dança, música, esportes, defesa pessoal para mulheres, fotografia, roda de conversa, vídeo e um chá da tarde delicioso.

No CJ Restinga, quase todas as oficinas do eixo sócioafirmativo serão temáticas no mês de março
No CJ Restinga, quase todas as oficinas do eixo sócioafirmativo serão temáticas no mês de março - Foto: Divulgação POD

Quase todos os dias do mês estão rolando atividades temáticas no Centro da Juventude Restinga. Todas as oficinas do eixo sócioafirmativo estão trabalhando a valorização, os direitos das mulheres, igualdade e combate à violência. Um dos destaques é a Oficina de Autocuidado para Mulheres Negras, programada para o sábado, 16 de março. O objetivo é acolher mulheres negras, criando oportunidades para que possam (re)conhecer outras mulheres negras por meio de suas histórias. Os jovens também estão coletando depoimentos de mulheres da comunidade que consideram referências.

Os jovens do Centro da Juventude Viamão recebem na sexta-feira, 8, pela manhã, um bate-papo com a delegada de polícia Jeiselaure Rocha, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Viamão. À tarde, a turma foi convidada pela Prefeitura Municipal para participar de uma ação de conscientização na cidade. Serão vários serviços de saúde, bem estar e beleza, orientação jurídica, recreação, etc, voltados para o público feminino, no Calçadão Tapir Rocha. A galera vai divulgar o POD e pode conferir também as atrações oferecidas.

E em Alvorada tem Rolê das Meninas nesta sexta. A programação inclui uma roda de conversa sobre violência e a Lei Maria da Penha. A ideia é que os jovens conheçam a história da mulher que se tornou símbolo da luta contra a violência doméstica. Também serão realizadas dinâmicas sobre mulheres referência no mundo e suas conquistas. Todas as atividades serão documentadas e depois levadas para apresentações nas escolas do território nas quais devem ser abordados temas como o movimento feminista.

POD