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Centros da Juventude participam de atividades temáticas em defesa dos direitos da mulheres no primeiro Social do POD de 2019

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Jovens se reuniram em espaços da Assembleia, no Memorial do Ministério Público e na praça Marechal Deodoro no Centro da capital
Jovens se reuniram em espaços da Assembleia, no Memorial do Ministério Público e na praça Marechal Deodoro no Centro da capital - Foto: Divulgação SJCDH
O primeira Social do POD de 2019, o Seminário da Juventude do Programa de Oportunidades e Direitos (POD), reuniu neste sábado, 30, quase 300 jovens dos seis centros da juventude. Eles participaram de atividades temáticas e dinâmicas sobre os direitos das mulheres e o combate à violência. O evento durou o dia todo e foi realizado em espaços da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, no Memorial do Ministério Público e na Praça Marechal Deodoro.
 
Secretário Catarina Paladini destacou a importância dos jovens ocuparem espaços democráticos
Secretário Catarina Paladini destacou a importância dos jovens ocuparem espaços democráticos - Foto: Divulgação SJCDH
O secretário da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Catarina Paladini, abriu o evento. Ele destacou aos jovens a importância de que eles ocupem esses espaços de tomadas de decisões. “Hoje o dia é de vocês! Pensem que amanhã vocês estarão chegando aqui, no centro do poder de Porto Alegre, do Rio Grande do Sul e do país”, afirmou. E acrescentou que "cada um tem de fazer a sua parte, inserindo aqueles que mais precisam no mundo de hoje".
 
Com o título EmPODeradas, escolhido pelos jovens que participaram do planejamento do evento, o Social do POD colocou na mesa questões como os direitos das mulheres, o protagonismo, a valorização no mundo do trabalho, nas comunidades e na sociedade, o combate à violência e ao preconceito. Para Lauren Fernanda Neto Fernandes, do CJ Rubem Berta, os debates e exemplos citados explicam a escolha deste título e tem tudo a ver com a garra das meninas da periferia. "Ser empoderada é ser uma mulher que pode fazer tudo, sem depender de ninguém, e ainda ajudando os outros", concluiu. 
 
Parceiros como Brigada Militar, Polícia Civil, Ministério Público, FGTAS / Sine, Themis, Escola Mais Paz, ONG Semeando o Bem e autoridades convidadas participaram das discussões provocadas a partir de trabalhos apresentados pelos jovens.
 
Apresentações provocaram debates sobre a valorização e o respeito aos direitos das mulheres, violência, abusos e preconceito
Apresentações provocaram debates sobre a valorização e o respeito aos direitos das mulheres, violência, abusos e preconceito - Foto: Divulgação SJCDH
 
As apresentações trataram de temáticas sensíveis à realidade deles e do mundo, como abuso sexual, agressões às mulheres, desrespeito e críticas à desigualdade de gênero, raça ou credo. Estas temáticas foram tratadas ao longo do dia, em apresentações teatrais, dança e música, produzidas pelos próprios jovens junto à educadores.
 
Banda Libertarte e Rafa Machado animaram a galera no show de encerramento
Banda Libertarte e Rafa Machado animaram a galera no show de encerramento - Foto: Divulgação SJCDH
O evento foi comandado pelo rapper Rafa Rafuagi e pela jovem rapper do CJ Lomba do Pinheiro, Shaiane Alves. No encerramento, uma surpresa. A participação do músico Rafa Machado, da Chimarruts, e os meninos da banda Libertarte, de Passo Fundo, composta por jovens egressos da FASE e liderada pelo juiz Dalmir Franklin Oliveira Júnior, da Infância e Juventude. 
 
O POD - Estes jovens entre 15 e 24 anos são atendidos pelo POD nos Centros da Juventude de Viamão, Alvorada, Restinga, Cruzeiro do Sul, Rubem Berta, e Lomba do Pinheiro. Nos CJs, eles os jovens participam de oficinas de artes, cultura, esporte e cidadania. 
 
O POD é executado pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do estado do Rio Grande do Sul e financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). 
 
Em menos de 2 anos, já atendeu, só nos Centros da Juventude, 6.600 jovens. Mais de 2.200 se formaram em cursos profissionalizantes, 600 foram encaminhados a vagas de emprego ou estágio e dezenas estão empreendendo. São mais de 30 cursos e 50 atividades nos 6 CJs.
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